O presidente do Instituto Nacional de Propriedade Intelectual (INPI), Jorge de Paula Costa Ávila, defendeu que a concessão de recursos pelas Fundações de Amparo à Pesquisa (FAPs) e pela Financiadora de Estudos e Projetos (Finep) se baseiem também na busca de bancos de dados de propriedade intelectual. Ávila, que trabalhou na Finep antes de ir para o INPI, disse que provavelmente ele próprio já deve ter aprovado projetos que "financiam a invenção da roda".
Segundo ele, não é praxe nem na Finep e nem nas FAPs realizar uma busca de informações para saber se a inovação que se pretende financiar já foi ou não patenteada. "Nós temos o banco mundial, porque só se pode conceder patente por uma novidade mundial. A questão é como colocar esse banco de dados de uma maneira fácil para as consultas", diz.
Ele explica que hoje essas consultas podem ser feitas de duas formas: o INPI recebe a consulta e manda o resultado ou um técnico das FAPs ou da Finep faz a busca. O ideal seria essa última opção, já que o técnico teria condições de fazer buscas bem específicas. Neste caso, o INPI poderia ministrar cursos para treinamento desses técnicos.
Com informações do Jornal da Ciência
http://www.anpei.org.br/MostraNoticia.aspx?id=1903
PS: falando em FINEP é de conheimento o site http://www.venturecapital.gov.br/vcn/index.asp?
terça-feira, 6 de maio de 2008
Para não financiar a "invenção da roda"
Postado por
Claudio Mazzola
às
20:55
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