Nos dias 22 e 23 de maio tive a oportunidade de participar de um workshop sobre Open Innovation promovido pelo Cambridge-MIT Institute, em Cambridge, Reino Unido.Foi um evento pequeno, com intuito de promover a interação entre pesquisadores juniors e seniors que têm realizado pesquisas sobre o tema.
Ao todo, foram em torno de 60 participantes, representando 10 países (Reino Unido, EUA, Espanha, França, Lituânia, Irlanda, Suécia, Turquia, Alemanha, Holanda), 22 instituições (Universidade de Cambridge, MIT, NESTA, Universidade de Sussex, Universidade de Grenoble, entre outras)) e 7 empresas (IBM, HP, Thomson Reuters Markets, Booz Allen Hamilton, Thomson Tradeweb, Scottish Entreprise, Europarama).
Os principais temas abordados foram: business models; atividades colaborativas de desenvolvimento, open source, tecnologias de informação e comunicação como ferramentas de apoio a Open Innovation e relação universidade-empresa.
Foi uma excelente oportunidade para conhecer pessoas de diversas instituições que têm pesquisado sobre não só Open Innovation em si, termo que se aplica mais à gestão, mas sobre colaboração interorganizacional para P&D como um todo. As empresas participantes também relataram suas experiências e contribuíram para o debate, a partir da exposição de seu aprendizado e dificuldades e limitações do modelo, que não diferem tanto das que enfrentamos no Brasil.
Boa parte das pesquisas apresentadas ainda está em andamento, mas muitas apontam para a difusão das práticas colaborativas, mais do que nunca! O setor de TI ainda predomina entre os trabalhos, mas já há muitos pesquisadores olhando para outros setores, como automobilístico, energético, farmacêutico...
A impressão que tive é que o tema veio para ficar! Mas a maior dúvida ainda é: como implementar Open Innovation?
Ao todo, foram em torno de 60 participantes, representando 10 países (Reino Unido, EUA, Espanha, França, Lituânia, Irlanda, Suécia, Turquia, Alemanha, Holanda), 22 instituições (Universidade de Cambridge, MIT, NESTA, Universidade de Sussex, Universidade de Grenoble, entre outras)) e 7 empresas (IBM, HP, Thomson Reuters Markets, Booz Allen Hamilton, Thomson Tradeweb, Scottish Entreprise, Europarama).
Os principais temas abordados foram: business models; atividades colaborativas de desenvolvimento, open source, tecnologias de informação e comunicação como ferramentas de apoio a Open Innovation e relação universidade-empresa.
Foi uma excelente oportunidade para conhecer pessoas de diversas instituições que têm pesquisado sobre não só Open Innovation em si, termo que se aplica mais à gestão, mas sobre colaboração interorganizacional para P&D como um todo. As empresas participantes também relataram suas experiências e contribuíram para o debate, a partir da exposição de seu aprendizado e dificuldades e limitações do modelo, que não diferem tanto das que enfrentamos no Brasil.
Boa parte das pesquisas apresentadas ainda está em andamento, mas muitas apontam para a difusão das práticas colaborativas, mais do que nunca! O setor de TI ainda predomina entre os trabalhos, mas já há muitos pesquisadores olhando para outros setores, como automobilístico, energético, farmacêutico...
A impressão que tive é que o tema veio para ficar! Mas a maior dúvida ainda é: como implementar Open Innovation?
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